UNIÃO NACIONAL DE
APOSENTADOS E PENSIONISTAS
DO BANCO DO BRASIL
 
 
 

MOVIMENTO PELA UNIÃO NACIONAL DE APOSENTADOS E PENSIONISTAS DO BB

 

COMUNICADO nº 13  -  06 de dezembro de 2010.

 

 

VOTE “NÃO”  A DAR BILHÕES DE REAIS AO BB

 

 

 

Motivos pelos quais os associados da PREVI devem votar “NÃO” nessa eleição/plebiscito sobre um “manifesto de entendimento”/eventual acordo, cujos termos desconhecemos, que produzirá reforma do Estatuto, com redação desconhecida:

 

-- Os funcionários e aposentados do Banco do Brasil até se dispõem a ajudá-lo a sair de eventuais dificuldades, mas não por meio da Resolução 26 do CGPC e sim adotando-se medidas negociadas com os associados da PREVI e de comum acordo.

 

-- Negociação como?  Se o Banco impôs o que não aceitam os associados, contra o que entraram na Justiça: aplicar a Resolução 26; não conversou com representantes de todos os associados e sim com uma aliança política da situação (CONTRAF-CUT, ANABB, AAFBB, AFABB-SP/RS, FAABB) e Conselheiros e Diretores eleitos da PREVI, sem autorização específica nem pauta atual da Base. Estes se auto-indicaram representantes nossos, mas já aceitavam que o Banco se utilize da Resolução 26.

 

-- È ABSURDO perdermos R$ 22 bilhões de nossa poupança, amealhada para garantir o pagamento de nossa aposentadoria, em troca de alguns cruzados como benefício temporário, espalhados em 6 anos.  E depois, como ficará nosso poder aquisitivo?

 

-- Não era só a destinação da Reserva Especial que estava em jogo.  Negociação para valer incluiria: reparar injustiças contra os associados; devolver-lhes os poderes usurpados; reescrever-se o relacionamento BB-PREVI-Associados num acordo de parceria que solucione os conflitos.  Medidas que a Resolução 26 não viabiliza.

 

-- Retiraram de pauta questões de fundo, como resolver os conflitos lembrados pela Comissão de associados no Encontro com o Presidente Ricardo José da Costa Flores e os Diretores eleitos, que receberam uma carta, firmada por 16 associações de assistidos (inclusive a Federação), contendo os fundamentos contra a participação do patrocinador na DESTINAÇÃO da Reserva Especial.

 

-- Um acordo de parceria assegurará a manutenção do potencial da PREVI como importante acionista e depositante de recursos do Banco. Mas este tem que nos devolver os poderes de Corpo Social que nos usurpou, sem que para isso tenhamos que recorrer ao Judiciário.

 

-- A Lei Complementar 109 é clara ao determinar que, com o superávit, sejam feitas reserva de contingência e depois a “reserva especial para revisão do plano de benefícios" (art. 20 § 1º) e sua DESTINAÇÃO obrigatória após 3 anos consecutivos (§ 2º).  Cabe à PREVI, pois, trazer sua posição ao EQUILÍBRIO, DESTINANDO para MELHORIA DOS BENEFÍCIOS o saldo da Reserva Especial, aceitando que a Resolução nº. 26 do CGPC se acha sub judice

 

Por fim, o que se quer é que todos juntos pleiteemos do Governo e do Banco que façam o que até agora prometeram, mas não fizeram por nós: devolver-nos a dignidade, solucionar o impasse de sermos a única empresa cujo Corpo Social não se reúne em Assembléia Geral, para exercer poder de Colegiado, e na realidade pouco pode e não comanda.